quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

IF YOU BELIEVE IN LOVE AT FIRST SIGHT, YOU NEVER STOP LOOKING

Por que será que as pessoas têm tanto medo do que ainda não aconteceu?

É compreensível, acho que já falei sobre isso em algum momento.

Não exijo que nada seja perfeito, a perfeição estraga tudo no fim das contas. Acho que me engano sobre a frase lá em cima: "... o que ainda não aconteceu...". Aconteceu sim, mas não precisa acontecer de novo, a gente sempre dá um jeito pra tudo quando de fato quer algo.

O que estraga é a minha insegurança, é achar que muita coisa é previsível sendo que às vezes não é bem assim.
O que estraga, é o meu pessimismo, eu tenho o dom de ver coisa ruim onde não tem. Mas sabe por quê? Porque ultimamente tem...
O que estraga também, é a contradição em que caio, quando estou sendo pessimista demais, caio na real, e daí eu tento ser otimista, mas tudo somente para suavizar as coisas que acho previsível.

Eu não sei o que pensar, o que fazer, que atitudes tomar, se é que devo tomar alguma atitude.

Tenho medo de me tornar maçante, inconveniente, irritante, infantil demais, ou por que não séria demais... temo os dois extremos, temo o meio termo.

Sabe por que? Porque ultimamente, é o que tem acontecido...

domingo, 23 de janeiro de 2011

CONVIVÊNCIA... WHY SO HARD?

Eu paro para tentar entender às vezes como apesar dos pesares, as pessoas em geral conseguem conviver (até que bem) umas com as outras. Cheguei a conclusão que:

O mundo consiste em nada além de hipocrisia.

Embora todos digam o contrário, a hipocrisia é necessária, aliás é indispensável em todas as situações, em tudo o que vamos fazer, no que vamos falar e no modo como nos comportamos. Simplesmente porque por mais "super-sincero" que alguém possa ser, não sai aos 4 cantos dizendo a sua real opinião sobre as pessoas ou pelo mundo.

Como tudo na vida tem um limite, o fingimento não iria ficar de fora. Chega uma hora em que o famoso sorriso amarelo se nega de todas as formas a aparecer, e, no lugar dele, são ditas palavras de cunho agressivo (e não deixam de ser sinceras) e por fim, bate o que eu chamo de pior sentimento do mundo, o arrependimento.

Mas se formos analisar desde o início, fase por fase do que nos fez chegar ao ápice do ódio, pode ser que haja a compreensão individual. Em muitos casos, a maioria das coisas tornam-se parciais, cada um erra um pouco e acerta um pouco; cada um cede um pouco mais que o outro; etc. Em casos como este, o que realmente chateia ou te faz parar para pensar em que grau atinge a compreensão, a compaixão, a gratidão e principalmente o AMOR (o que nessas horas me faz desacretidar de tal sentimento, ou talvez somente na durabilidade do mesmo com o passar dos anos), é a falta de consideração de alguém para outro alguém, ou para algo, ou vice-versa. O fato de tudo, desde os pequenos detalhes (que para mim são os mais importantes) não fazerem a mínima diferença...

Às vezes, é muito mais confortante o sorriso amarelo, do que uma opinião formada. Machuca menos...